COLOSTRAGEM

COLOSTRAGEM

Colostragem é administração de colostro nas primeiras horas de vida da Bezerra. Quando não feita corretamente, a taxa de mortalidade aumenta e as bezerras que sobrevivem não se tornam vacas de alta produção.


👉Recomenda-se o fornecimento nas duas primeiras horas após nascimento. A dose consumida é 300 gramas de IgG.

Além dos 4 litros(10% peso vivo) ao nascer, a Bezerra deve receber mais 2 litros(5% peso vivo) no período até 6-8 horas após nascimento.


Invista seu tempo nos cuidados com a recém nascida, esse investimento gera retorno durante o período de crescimento e lactação.

Conte com a gente.

suplementação

SUPLEMENTAÇÃO A PASTO (gado de corte)

Na pecuária de corte, para que o animal expresse seu máximo potencial faz-se necessário suprimento de suas exigências nutricionais. Observa-se muitas vezes que o animal não é capaz de ganhar o máximo de peso somente com a pastagem.
Dessa forma entra a suplementação para corrigir os fatores limitados das pastagens, a qual é empregada em situações em que o pasto apresenta deficiências.

A suplementação é realizada para atender certos objetivos:

  • Aumentar capacidade de suporte das pastagens;
  • Fornecer aditivos ou promotores de crescimento;
  • Auxiliar no manejo das pastagens.

👉Animais em crescimento apresentam maiores ganhos de peso, já animais em terminação elevam o desempenho a medida em que se eleva o consumo de suplemento.
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Contate com a gente para uma suplementação de qualidade e eficiente.

mudança na dieta

MUDANÇA NA DIETA: PROTEÍNA DAS PASTAGENS

As pastagens de inverno são essenciais para criação de gado, uma vez que esses animais encontram nela boa parte de sua alimentação. Com o uso de pastagens de inverno, tem-se o aumento da matéria seca disponível nesta estação, melhor qualidade nutricional da dieta das vacas em lactação, consequentemente, o aumento na produção de leite por animal e redução de custos de produção.

Nós contamos com a produção do Farelo de Soja Extrusado Mais Bypass, que contém a Proteína não Degradável no Rúmen ( PNDR), já as pastagens contêm proteína Degradável no Rumen (PDR). A combinação do Farelo juntamente com as pastagens resulta em ótimos resultados.

Contate nossa equipe para mais informações.

SILAGEM INVERNO

SILAGENS DE INVERNO

A prática na elaboração da silagem de cereais de inverno deve ser incentivada, principalmente, pelos seguintes fatores: utilização da terra no período do inverno para produção de volumosos de qualidade; redução dos riscos de falta de volumosos por intempéries climáticas; produção de silagens ricas em amido e com boa produtividade de matéria seca(MS) em um único corte; alto teor energético; importante fonte de fibra efetiva, essencial para manter a saúde do Rumen.

👉Dentre as principais espécies cultivadas podemos citar: aveia, cevada, centeio, Triticale e trigo de duplo propósito.

Em caso de dúvidas e mais informações contate nossos técnicos.

pastagens

PASTAGENS DE INVERNO

As pastagens de inverno são essências para criação de gado, tanto de corte como de leite, já que esses animais encontram nela boa parte de sua alimentação.

Com uso de pastagens de inverno, tem-se o aumento da matéria seca disponível nesta estação, aumento na quantidade de proteína presente nas pastagens, melhor qualidade nutricional da dieta das vacas em lactação, consequentemente, o aumento na produção de leite por animal e redução dos custos de produção. As principais espécies de inverno são: azevem, aveia branca, trigo duplo propósito, triticale e cevada.

Nós contamos com o farelo de soja Mais Bypass que possui alto teor de PNDR(Proteína Não Degradavel no Rumen) e as pastagens possuem alto teor de PDR(Proteina Degravel no Rumen), a junção do Farelo com as pastagens traz ótimos resultados para pecuária leiteira.

Contate nossos técnicos para tirar suas dúvidas.

MANEJO DE PLANTAS DANINHAS PÓS COLHEITA DE SOJA – RABO DE BURRO

A presença do Rabo-de-burro sempre foi observada em pastagens e em áreas não cultivadas, associadas a solos com características ácidas, de baixa fertilidade e compactados.

A sua disseminação inicial em áreas agrícolas correu no sistema de integração lavoura-pecuária, com manejo intensivo e de pouco cobertura do solo.

O agricultor costuma fazer o controle desta espécie no período da primavera, pouco tempo antes da semeadura da soja. Neste momento, o herbicida será aplicado sobre uma planta perenizada, com elevado desenvolvimento e grande acúmulo de matéria seca. Associado a isso, será uma planta estressada pelas baixas temperaturas e geada ocorridas no período de inverno.

Esses fatores colaboram para o reduzido controle obtido quando aplicado na primavera pois, nesta época do ano, a aplicação de Glifosato e Graminicidas não tem resultado em controle satisfatório para essa espécie daninha, mesmo em doses elevadas e com uma aplicação sequencial de paraquate.

A outra oportunidade para o controle dessa espécie é no período após a colheita da soja, no outono. Nessa ocasião, as plantas que sobraram na soja serão cortadas pela colhedora, eliminando por completo a massa de folhas verdes e secas existentes. Essa uniformização da planta pelo corte da colhedora estimulará o rebrote da planta, disponibilizando uma população uniforme, o que beneficiará a ação dos herbicidas. Além disso, o fato da planta estar fisiologicamente ativa, em pleno crescimento e realocação das reservas da raiz para a parte aérea fará com que os herbicidas sistêmicos (glifosato e os graminicidas) tenham maior translocação na planta, dificultado novos rebrotes.

A partir dessas áreas iniciais de infestação passou a ser observado também em áreas essencialmente agrícolas e em solos com níveis mais elevados de fertilidade. Isso ocorreu pela grande quantidade de sementes que a planta produz e por suas características de fácil dispersão pelo vento e também pelas colhedoras, no momento da colheita da soja.

CASCO

PROBLEMAS DE CASCO

Geralmente as afecções podais são multifatoriais, podem estar relacionadas a um problema no manejo sanitário, ambiente, nutricional, questões de genética dos animais ou até mesmo nas instalações da propriedade. Dentre as principais lesões que ocorrem estão: laminite, úlcera de sola, doença da linha branca, dermatite digital, erosão do talão, podridão de casco entre outros.
O problemas podem ser prevenidos com a adoção de práticas como: dieta equilibrada, ambiente higienizado e limpo, conforto e bem-estar, casqueamento preventivo e utilização de pedilúvios na rotina da fazenda.
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Conte com a gente para a melhor gestão desse processo.

MIX DE COBERTURA

PLANTIO DO MIX DE COBERTURA

Com início da colheita da soja e o término do milho, temos uma janela até o plantio dos cereais de inverno.
Nesse período, uma alternativa de grande impacto é o plantio do Mix de plantas pra cobertura de solo. Consiste no plantio de 3 ou mais espécies de plantas (aveia preta, aveia branca, centeio, ervilhaca, nabo forrageiro, nabo pé de pato, dentre outras).
A implantação do mix proporciona uma melhora na estrutura do solo com os diferentes sistemas radiculares, além do aumento da M.O. com a deposição de uma camada generosa de palhada, liberação gradual de nutrientes pra cultura subsequente e proteção do solo contra eventuais danos por erosão ao não deixar o solo descoberto.

Consulte a Equipe técnica da Sebben e tire suas dúvidas!

gordura no leite

FATORES ASSOCIADOS AO AUMENTO DE GORDURA NO LEITE

A gordura é o principal componente energético do leite, com maior variação dentro de uma mesma espécie e raça. Sua concentração é um indicativo da saúde do rebanho.

👉A concentração pode ser influenciada por diversos fatores como: alimentação da vaca, genética do rebanho e status fisiológico do animal.

Por isso, nos últimos anos, a indústria vem estimulando os produtores a produzirem leite com maior teor de gordura, através de programas de pagamento pela qualidade do leite. No entanto, a nutrição é o ponto chave na manipulação desse componente, uma vez que, os principais percursores de gordura no leite, tem relação direta com a dieta consumida pelos animais.

Conte com a gente para uma dieta de qualidade para o seu rebanho.

Correção de solo

CORREÇÃO DE SOLOS

A correção de solo em nossas lavouras é um dos requisitos mais importantes na busca por altas produtividades e equilíbrio nutricional.
Se embasados em uma correta coleta e interpretação de um laudo de solo, podemos fazer a correção. Muitas vezes, somente a neutralização do alumínio tóxico e a correção da acidez do solo com o uso de corretivos não é o suficiente pois, temos que buscar o equilíbrio nutricional com cálcio, magnésio, potássio, fósforo e enxofre e micronutrientes.
Em anos com déficit hídrico, solos bem corrigidos e equilibrados suportam mais as estiagens e, em anos com clima normal, aumentam a produtividade das lavouras significativamente, trazendo mais lucros para o produtor rural.

Conte com especialistas para te auxiliar na correção do solo.